Acaba de acontecer nesta terça-feira, 14/02/2012 o SPA de Beleza Solidário Mary Kay com a consultora Sandra landim. Tivemos a presença de quatro lindas mulheres que experimentaram produtos, conheceram melhor a linha e fizeram suas compras. Faremos o sorteio de um produto para nossos voluntários em breve.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Aliança pela Vida
Acontecendo agora a primeira capacitação ministrada por Janaína Avila, psicóloga especialista em formação de educadores.
Como combater a boca seca?
“Além da boa escovação dos dentes e do uso de fio ou fita dental, a saliva contribui para a eliminação de algumas bactérias, bem como diminui a acidez da boca. Também ressalta o paladar e o poder das enzimas salivares de colaborar com a digestão. A boca seca – ou xerostomia – age na contramão, sendo que a pessoa pode apresentar mau hálito, lábios ressecados, dor de garganta, alteração no paladar, dificuldade na fala, dificuldade de engolir alimentos e, principalmente, aumento de cáries, infecções periodontais e inflamações gengivais – resultando na perda total dos dentes naturais caso não recorra a um tratamento adequado”
Além do tratamento odontológico,algumas ações podem estimular a produção de saliva naturalmente:
1. Consumir alimentos que estimulam o fluxo de saliva e refrescam o hálito. São eles: rúcula, agrião, aspargos, jiló, salsão, hortelã, maçã, pêra etc.;
2. Reaprender o valor de mastigar bem os alimentos. Isso ajuda na produção de saliva e na digestão também;
3. Aumentar a ingestão diária de líquidos, dando preferência à água e aos chás de hortelã, erva-doce, boldo e carqueja. Sucos de frutas também são bem-vindos;
4. Se empenhar firmemente para parar de fumar, de ingerir bebidas alcoólicas e de usar drogas, porque costumam agravar ainda mais os quadros de boca seca;
5. Excluir da rotina a ingestão de doces muito caramelizados, como frutas em calda, balas de goma e de coco, geleias etc.
Além do tratamento odontológico,algumas ações podem estimular a produção de saliva naturalmente:
1. Consumir alimentos que estimulam o fluxo de saliva e refrescam o hálito. São eles: rúcula, agrião, aspargos, jiló, salsão, hortelã, maçã, pêra etc.;
2. Reaprender o valor de mastigar bem os alimentos. Isso ajuda na produção de saliva e na digestão também;
3. Aumentar a ingestão diária de líquidos, dando preferência à água e aos chás de hortelã, erva-doce, boldo e carqueja. Sucos de frutas também são bem-vindos;
4. Se empenhar firmemente para parar de fumar, de ingerir bebidas alcoólicas e de usar drogas, porque costumam agravar ainda mais os quadros de boca seca;
5. Excluir da rotina a ingestão de doces muito caramelizados, como frutas em calda, balas de goma e de coco, geleias etc.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Bruxismo: alívio da dor está na cadeira do cirurgião-dentista
O bruxismo é uma das disfunções da articulação temporomandibular (ATM) que mais afeta a população feminina. Trata-se de uma condição em que se range e aperta os dentes mesmo sem perceber, principalmente durante o sono. A dor moderada às vezes não precisa de tratamento, mas, dependendo da frequência e da intensidade, essa disfunção da ATM pode levar a sérios problemas de mastigação, enxaqueca, insônia e até mesmo trincar os dentes. Um dos tratamentos mais bem-sucedidos é realizado com laser de baixa potência no consultório do cirurgião-dentista.
“As disfunções temporomandibulares (DTM) provocam uma dor que pode repercutir por toda a cabeça, maxilar, pescoço, ouvidos e até mesmo nas costas. Trata-se de uma das queixas mais comuns em mulheres entre 30 e 45 anos, comprometendo, inclusive, a qualidade de vida dessas pacientes”, diz Rosane Lizarelli, diretora-fundadora do Departamento de Laser da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD) – Regional Ribeirão Preto.
A partir da primeira consulta, é possível identificar a raiz do problema: intenso estresse, depressão, ansiedade e medo. “A população feminina – com sua jornada dupla ou tripla – tende a somatizar mais os problemas. Por consequência, além de apresentar aumento nos distúrbios gastrintestinais e doenças do coração, também apresenta mais casos de bruxismo e de DTMs em geral. Imagine se uma pessoa passasse o dia inteiro na academia, trabalhando o músculo da perna. Em pouco tempo teria dificuldade para se locomover. O mesmo acontece com quem passa o dia e a noite forçando a musculatura dos maxilares. Em curto espaço de tempo, a dor se torna insuportável e a impressão que se tem é de que tudo dói”.
Tratamentos de casos agudos, devem ser iniciados com doses mais altas de laser de baixa potência (até 100 mW de potência óptica de saída), em cinco sessões semanais. Com a melhora do caso, a dose pode ser diminuída e as sessões reduzidas a duas ou três vezes por semana. “A resposta da paciente deverá ser observada a cada aplicação, checando a necessidade de alteração da dose. Em geral, os resultados terapêuticos aparecem com seis sessões iniciais. Caso a dor persista, poderá ser tratada como dor crônica, com mais quatro aplicações, uma vez por semana. Os resultados têm sido surpreendentes, no sentido de devolver a boa disposição que essas pacientes tinham anteriormente”.
“As disfunções temporomandibulares (DTM) provocam uma dor que pode repercutir por toda a cabeça, maxilar, pescoço, ouvidos e até mesmo nas costas. Trata-se de uma das queixas mais comuns em mulheres entre 30 e 45 anos, comprometendo, inclusive, a qualidade de vida dessas pacientes”, diz Rosane Lizarelli, diretora-fundadora do Departamento de Laser da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD) – Regional Ribeirão Preto.
A partir da primeira consulta, é possível identificar a raiz do problema: intenso estresse, depressão, ansiedade e medo. “A população feminina – com sua jornada dupla ou tripla – tende a somatizar mais os problemas. Por consequência, além de apresentar aumento nos distúrbios gastrintestinais e doenças do coração, também apresenta mais casos de bruxismo e de DTMs em geral. Imagine se uma pessoa passasse o dia inteiro na academia, trabalhando o músculo da perna. Em pouco tempo teria dificuldade para se locomover. O mesmo acontece com quem passa o dia e a noite forçando a musculatura dos maxilares. Em curto espaço de tempo, a dor se torna insuportável e a impressão que se tem é de que tudo dói”.
Tratamentos de casos agudos, devem ser iniciados com doses mais altas de laser de baixa potência (até 100 mW de potência óptica de saída), em cinco sessões semanais. Com a melhora do caso, a dose pode ser diminuída e as sessões reduzidas a duas ou três vezes por semana. “A resposta da paciente deverá ser observada a cada aplicação, checando a necessidade de alteração da dose. Em geral, os resultados terapêuticos aparecem com seis sessões iniciais. Caso a dor persista, poderá ser tratada como dor crônica, com mais quatro aplicações, uma vez por semana. Os resultados têm sido surpreendentes, no sentido de devolver a boa disposição que essas pacientes tinham anteriormente”.
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