quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Bruxismo: alívio da dor está na cadeira do cirurgião-dentista
O bruxismo é uma das disfunções da articulação temporomandibular (ATM) que mais afeta a população feminina. Trata-se de uma condição em que se range e aperta os dentes mesmo sem perceber, principalmente durante o sono. A dor moderada às vezes não precisa de tratamento, mas, dependendo da frequência e da intensidade, essa disfunção da ATM pode levar a sérios problemas de mastigação, enxaqueca, insônia e até mesmo trincar os dentes. Um dos tratamentos mais bem-sucedidos é realizado com laser de baixa potência no consultório do cirurgião-dentista.
“As disfunções temporomandibulares (DTM) provocam uma dor que pode repercutir por toda a cabeça, maxilar, pescoço, ouvidos e até mesmo nas costas. Trata-se de uma das queixas mais comuns em mulheres entre 30 e 45 anos, comprometendo, inclusive, a qualidade de vida dessas pacientes”, diz Rosane Lizarelli, diretora-fundadora do Departamento de Laser da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD) – Regional Ribeirão Preto.
A partir da primeira consulta, é possível identificar a raiz do problema: intenso estresse, depressão, ansiedade e medo. “A população feminina – com sua jornada dupla ou tripla – tende a somatizar mais os problemas. Por consequência, além de apresentar aumento nos distúrbios gastrintestinais e doenças do coração, também apresenta mais casos de bruxismo e de DTMs em geral. Imagine se uma pessoa passasse o dia inteiro na academia, trabalhando o músculo da perna. Em pouco tempo teria dificuldade para se locomover. O mesmo acontece com quem passa o dia e a noite forçando a musculatura dos maxilares. Em curto espaço de tempo, a dor se torna insuportável e a impressão que se tem é de que tudo dói”.
Tratamentos de casos agudos, devem ser iniciados com doses mais altas de laser de baixa potência (até 100 mW de potência óptica de saída), em cinco sessões semanais. Com a melhora do caso, a dose pode ser diminuída e as sessões reduzidas a duas ou três vezes por semana. “A resposta da paciente deverá ser observada a cada aplicação, checando a necessidade de alteração da dose. Em geral, os resultados terapêuticos aparecem com seis sessões iniciais. Caso a dor persista, poderá ser tratada como dor crônica, com mais quatro aplicações, uma vez por semana. Os resultados têm sido surpreendentes, no sentido de devolver a boa disposição que essas pacientes tinham anteriormente”.
“As disfunções temporomandibulares (DTM) provocam uma dor que pode repercutir por toda a cabeça, maxilar, pescoço, ouvidos e até mesmo nas costas. Trata-se de uma das queixas mais comuns em mulheres entre 30 e 45 anos, comprometendo, inclusive, a qualidade de vida dessas pacientes”, diz Rosane Lizarelli, diretora-fundadora do Departamento de Laser da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD) – Regional Ribeirão Preto.
A partir da primeira consulta, é possível identificar a raiz do problema: intenso estresse, depressão, ansiedade e medo. “A população feminina – com sua jornada dupla ou tripla – tende a somatizar mais os problemas. Por consequência, além de apresentar aumento nos distúrbios gastrintestinais e doenças do coração, também apresenta mais casos de bruxismo e de DTMs em geral. Imagine se uma pessoa passasse o dia inteiro na academia, trabalhando o músculo da perna. Em pouco tempo teria dificuldade para se locomover. O mesmo acontece com quem passa o dia e a noite forçando a musculatura dos maxilares. Em curto espaço de tempo, a dor se torna insuportável e a impressão que se tem é de que tudo dói”.
Tratamentos de casos agudos, devem ser iniciados com doses mais altas de laser de baixa potência (até 100 mW de potência óptica de saída), em cinco sessões semanais. Com a melhora do caso, a dose pode ser diminuída e as sessões reduzidas a duas ou três vezes por semana. “A resposta da paciente deverá ser observada a cada aplicação, checando a necessidade de alteração da dose. Em geral, os resultados terapêuticos aparecem com seis sessões iniciais. Caso a dor persista, poderá ser tratada como dor crônica, com mais quatro aplicações, uma vez por semana. Os resultados têm sido surpreendentes, no sentido de devolver a boa disposição que essas pacientes tinham anteriormente”.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Interação entre medicamentos e o uso de álcool
InteraçãoVeja casos comuns de interação entre medicamentos – ingeridos via oral, adesivos e injeções – e uso ocasional de álcool, mesmo em pequena quantidade:
Calmantes
E ainda hipnóticos, sedativos, ansiolíticos, analgésicos derivados da morfina, alguns antidepressivos e alguns medicamentos para náusea e enjoo (principalmente os que aumentam a sonolência). Com o álcool, seu efeito é potencializado, o que aumenta a sensação de sonolência e leva a diminuição – ou perda – da coordenação motora até que o efeito passe. Em quantidades exageradas, podem causar parada respiratória, estado de coma e morte.
Antibióticos
A maioria não causa reações, mas metronidazol, cloranfenicol, isoniazida e sulfametoxazol geram náusea, vômito, cefaleia e até taquicardia quando associados ao álcool.
Anti-histamínicos
Não há histórico de interações relevantes, a menos que a causa do uso do remédio seja uma alergia causada por álcool.
Analgésicos
A dipirona e o diclofenaco não têm interações com o álcool. Estudos mostram que o paracetamol, em doses altas, agride o fígado, tendo uma ação semelhante à do álcool, então o melhor é não misturá-los.
Anti-inflamatórios
Como tendem a agredir o estômago, recomenda-se que não sejam combinados com álcool. Os pacientes devem ter atenção redobrada com o ácido acetilsalicílico (aspirina).
Anticonvulsionantes
O paciente não deve beber nunca, pois o álcool favorece a ocorrência de convulsões.
Anticoncepcionais
O uso crônico de bebida alcoólica (alcoolismo) faz com que a pílula anticoncepcional perca a eficácia. Em mulheres que bebem ocasionalmente (uma vez por semana), o álcool não interfere no metabolismo.
Calmantes
E ainda hipnóticos, sedativos, ansiolíticos, analgésicos derivados da morfina, alguns antidepressivos e alguns medicamentos para náusea e enjoo (principalmente os que aumentam a sonolência). Com o álcool, seu efeito é potencializado, o que aumenta a sensação de sonolência e leva a diminuição – ou perda – da coordenação motora até que o efeito passe. Em quantidades exageradas, podem causar parada respiratória, estado de coma e morte.
Antibióticos
A maioria não causa reações, mas metronidazol, cloranfenicol, isoniazida e sulfametoxazol geram náusea, vômito, cefaleia e até taquicardia quando associados ao álcool.
Anti-histamínicos
Não há histórico de interações relevantes, a menos que a causa do uso do remédio seja uma alergia causada por álcool.
Analgésicos
A dipirona e o diclofenaco não têm interações com o álcool. Estudos mostram que o paracetamol, em doses altas, agride o fígado, tendo uma ação semelhante à do álcool, então o melhor é não misturá-los.
Anti-inflamatórios
Como tendem a agredir o estômago, recomenda-se que não sejam combinados com álcool. Os pacientes devem ter atenção redobrada com o ácido acetilsalicílico (aspirina).
Anticonvulsionantes
O paciente não deve beber nunca, pois o álcool favorece a ocorrência de convulsões.
Anticoncepcionais
O uso crônico de bebida alcoólica (alcoolismo) faz com que a pílula anticoncepcional perca a eficácia. Em mulheres que bebem ocasionalmente (uma vez por semana), o álcool não interfere no metabolismo.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Fundo global contra aids, malária e tuberculose vai cortar financiamentos
DA REUTERS - 25/11/2011O maior fundo que apoia a luta contra Aids, tuberculose e malária afirmou nesta quarta (23) que deve cortar novos financiamentos para países que estão enfrentando essas doenças. O Global Fund to Fight Aids, Tuberculosis and Malaria afirmou também que terá um novo gerente para administrar seus recursos.
O diretor executivo do fundo, Michel Kazatchkine, vai perder a responsabilidade pelo gerenciamento das finanças. Não haverá concessão de novos financiamentos até 2014.
Até lá, qualquer país de renda baixa ou média cujos financiamentos do Global Fund acabarem podem pedir recursos emergenciais.
"O Global Fund só vai conseguir financiar serviços essencial em programas já em andamento e que terminem até 2014", afirmou a organização, por meio de nota, após uma reunião de sua diretoria em Gana.
O Global Fund, com sede em Genebra, Suíça, tem recursos públicos e privados e é responsável por um quarto do financiamento mundial do combate à Aids e pela maioria dos recursos contra tuberculose e malária. Fundada em 2002, a entidade arrecada dinheiro de doadores a cada três anos.
Até hoje, o fundo já destinou US$ 22,4 bilhões para 150 países em programas de prevenção, tratamento e assistência contra as três doenças.
Nos últimos anos, o Global Fund tem tido dificuldade para angariar fundos, além de enfrentar acusações de mau uso dos recursos.
A entidade encomendou em março uma revisão de seus procedimentos internos depois de anunciar que havia mau uso dos fundos em quatro países beneficiados. Depois disso, doadores como Alemanha e Suécia congelaram o envio de dinheiro.
O comitê que analisou as contas do fundo recomendou que a instituição fizesse uma análise de risco dos países que recebem os recursos.
Em sua última conferência para arrecadar dinheiro, o Global Fund não atingiu a meta dos US$ 13 bilhões necessários para manter suas ações. As doações chegaram a US$ 11,5 bilhões.
A ONG internacional Médicos Sem Fronteiras mostrou preocupação com a decisão do fundo de cortar novos financiamentos, especialmente agora que dados das Nações Unidas mostraram que o maior acesso a tratamento está reduzindo as mortes por Aids. "Os doadores estão puxando o tapete das pessoas vivendo com Aids justamente agora, quando precisamos ir em frente com tudo", afirmou Tido von Shoen-Angerer, da MSF
Roberto Pereira
Coordenação Geral
O diretor executivo do fundo, Michel Kazatchkine, vai perder a responsabilidade pelo gerenciamento das finanças. Não haverá concessão de novos financiamentos até 2014.
Até lá, qualquer país de renda baixa ou média cujos financiamentos do Global Fund acabarem podem pedir recursos emergenciais.
"O Global Fund só vai conseguir financiar serviços essencial em programas já em andamento e que terminem até 2014", afirmou a organização, por meio de nota, após uma reunião de sua diretoria em Gana.
O Global Fund, com sede em Genebra, Suíça, tem recursos públicos e privados e é responsável por um quarto do financiamento mundial do combate à Aids e pela maioria dos recursos contra tuberculose e malária. Fundada em 2002, a entidade arrecada dinheiro de doadores a cada três anos.
Até hoje, o fundo já destinou US$ 22,4 bilhões para 150 países em programas de prevenção, tratamento e assistência contra as três doenças.
Nos últimos anos, o Global Fund tem tido dificuldade para angariar fundos, além de enfrentar acusações de mau uso dos recursos.
A entidade encomendou em março uma revisão de seus procedimentos internos depois de anunciar que havia mau uso dos fundos em quatro países beneficiados. Depois disso, doadores como Alemanha e Suécia congelaram o envio de dinheiro.
O comitê que analisou as contas do fundo recomendou que a instituição fizesse uma análise de risco dos países que recebem os recursos.
Em sua última conferência para arrecadar dinheiro, o Global Fund não atingiu a meta dos US$ 13 bilhões necessários para manter suas ações. As doações chegaram a US$ 11,5 bilhões.
A ONG internacional Médicos Sem Fronteiras mostrou preocupação com a decisão do fundo de cortar novos financiamentos, especialmente agora que dados das Nações Unidas mostraram que o maior acesso a tratamento está reduzindo as mortes por Aids. "Os doadores estão puxando o tapete das pessoas vivendo com Aids justamente agora, quando precisamos ir em frente com tudo", afirmou Tido von Shoen-Angerer, da MSF
Roberto Pereira
Coordenação Geral
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
“Dia Mundial de Luta Contra Aids” Todos Somos Vulneráveis!
Dia 1º de dezembro é o “DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS”. Em homenagem a esta data, a Coordenação Municipal de DST/AIDS de Belo Horizonte realizará, como parte de sua programação, o evento “Todos Somos Vulneráveis!”, no sábado, dia 26 de novembro, de 14:00 às 20:00 horas, na Praça da Liberdade.
Os principais objetivos do “Dia Mundial de Luta Contra Aids - 2011”, são: a prevenção, com o slogam: “Camisinha: use essa idéia!”, convidando a população, em especial os jovens, a refletirem sobre seus próprios comportamentos e atitudes; dar maior visibilidade às questões do viver com HIV/aids, combater o estigma e a discriminação que recaem sobre as pessoas vivendo com HIV/aids.
Para que possamos realizar um evento com muita alegria e sucesso, gostaríamos de contar com a colaboração de vocês na divulgação. Nosso público alvo é toda a comunidade belorizontina.
Teremos várias atrações:
Show com Bartucada e Banda Dapenha e Enquanto Houver Amanhã;
Oficinas de sexo seguro;
Participação de várias ONG’s parceiras, distribuição de camisinhas e material educativo.
Venha participar desta luta!
Contamos com a participação de todas e todos!
Os principais objetivos do “Dia Mundial de Luta Contra Aids - 2011”, são: a prevenção, com o slogam: “Camisinha: use essa idéia!”, convidando a população, em especial os jovens, a refletirem sobre seus próprios comportamentos e atitudes; dar maior visibilidade às questões do viver com HIV/aids, combater o estigma e a discriminação que recaem sobre as pessoas vivendo com HIV/aids.
Para que possamos realizar um evento com muita alegria e sucesso, gostaríamos de contar com a colaboração de vocês na divulgação. Nosso público alvo é toda a comunidade belorizontina.
Teremos várias atrações:
Show com Bartucada e Banda Dapenha e Enquanto Houver Amanhã;
Oficinas de sexo seguro;
Participação de várias ONG’s parceiras, distribuição de camisinhas e material educativo.
Venha participar desta luta!
Contamos com a participação de todas e todos!
Assinar:
Postagens (Atom)





