1 - O que é uma afta?R:A afta ou úlcera aftosa recorrente é uma doença comum, que ocorre em cerca de 20% da população, caracterizada pelo aparecimento de úlceras dolorosas na mucosa bucal, as quais podem ser múltiplas ou solitárias.
2 -Quais as características clínicas da afta?
R:As aftas costumam ser precedidas por ardência e prurido, bem como pelo surgimento de uma área avermelhada. Nessa área desenvolve-se a úlcera, recoberta por uma membrana branco-amarelada e circundada por um halo vermelho. Essas lesões permanecem cerca de 10 dias e não deixam cicatriz. em geral, o período de maior desconforto perdura por dois ou três dias.
3 -Todas as aftas são iguais?
R:Não. Atualmente são reconhecidos três tipos de aftas, sendo a vulgar ou minor a forma mais prevalente. As outras formas são mais raras: uma delas é conhecida como herpetiforme, porque lembra a manifestação do herpes simplex, apresentando um grande número de pequenas ulcerações superficiais arredondadas e agrupadas, que também perduram por cerca de 10 dias. a outra forma é chamada afta major, que, como o nome indica, produz uma ferida maior (com mais de 1 cm de diâmetro), mais profunda, mais dolorida, mais difícil de tratar e que permanece semanas ou, às vezes, meses.
4 -Por que as aftas doem tanto?
R:As aftas são lesões ulceradas: há exposição do tecido conjuntivo, que é rico em vasos e nervos, o que provoca dor. Além disso, o quadro pode ser agravado por infecções causadas por microorganismos do meio bucal.
5 -O que causa a afta?
R:Não podemos afirmar que exista um agente etiológico específico. A literatura aponta uma alteração da resposta imunológica como possível causa, primária em alguns pacientes e secundária em outros. Os ácidos presentes na alimentação, os pequenos traumas à mucosa, distúrbios gastrintestinais, o ciclo menstrual e o estresse emocional agem como fatores desencadeantes.
6 -Qual a relação entre as aftas e a dieta?
R:Alguns alimentos, quando em contato com a mucosa bucal, podem desencadear uma resposta imunológica alterada em certos pacientes, o que provocaria o aparecimento da ulceração. Muitas vezes, os pacientes são alérgicos, têm aftas quando ingerem certos alimentos.
7 -As aftas são contagiosas?
R:Não, pois não se trata de doença infecciosa. No entanto, há um traço familiar envolvido. Filhos de pais portadores de aftas apresentam chances bem maiores de também sofrerem com aftas.
8 -Outras doenças podem parecer aftas?
R:Sim. O câncer de boca, ou carcinoma epidermóide, freqüentemente começa como uma lesão ulcerada. Por isso, frente a uma úlcera bucal que não cicatriza dentro de 15 dias, o paciente deve procurar o cirurgião-dentista para o diagnóstico da lesão. Além disso, algumas doenças infecciosas, como o herpes, e algumas doenças dermatológicas com ocorrência intrabucal, como o lúpus, embora tenham características próprias bem conhecidas, em certas fases de seu desenvolvimento podem se parecer com aftas, principalmente para o leigo.
9 -Só agora, perto dos 50 anos de idade, comecei a sofrer com aftas. Por quê?
R:Confirmado o diagnóstico (pois nem toda ferida na boca é uma afta), será preciso investigar algum fato relevante na história médica do indivíduo ou se houve alguma modificação importante em seus hábitos de vida. Um fator, muitas vezes, relacionado com essa história é o abandono do hábito de fumar. O fumo provoca um espessamento da mucosa bucal, que parece tornar-se mais resistente à penetração de agentes desencadeadores da afta. Resta saber se vale correr o risco de adquirir um câncer de boca ou pulmão para se proteger das aftas.
10 -Queimo minhas aftas com formol. há algum problema nessa prática?
R:A aplicação de substâncias cáusticas, como o formol, sobre as aftas destrói o tecido da região, inclusive as terminações nervosas, o que faz desaparecer a dor. Entretanto, o que se faz é substituir a afta por uma queimadura química, que causa injúria a tecidos normais. Além disso, há risco de maiores danos pela inadequada manipulação dos produtos por parte dos usuários. Não se recomenda tal prática.
11 -Qual o melhor tratamento para as aftas?
R:Não existe tratamento que seja eficaz para todos os portadores de aftas. Alguns têm uma lesão aftosa uma vez por ano. outros apresentam lesões múltiplas diuturnamente. As medicações de uso sistêmico, como os imunossupressores, são mais efetivas na redução dos sintomas, mas possuem efeitos colaterais indesejáveis, às vezes graves, sendo, por isso, reservadas para os casos mais severos da doença, exigindo o acompanhamento atento de um especialista. Para os indivíduos com quadros clínicos mais leves, a melhor abordagem é a aplicação tópica de anti-sépticos, antiinflamatórios, anestésicos ou protetores de mucosa, naturais ou sintéticos. O cirurgião-dentista deve ser consultado para um adequado diagnóstico e orientação terapêutica.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Dentes sensíveis: O que fazer?
O dente é formado por vários tecidos, entre eles a dentina que é a estrutura dura e sensível rica em poros microscópicos, e devido a isso ela está muito sujeita às agressões, sendo também responsável pela proteção da polpa que é a parte rica em vasos sanguíneos e nervos.A causa mais comum da hipersensibilidade dentinária ocorre quando há exposição da raiz dos dentes na área cervical, e colo, isso ocorre devido à retração gengival, pois como a raiz não está coberta pelo esmalte, permitindo que milhares de canalículos que vão do centro do dente e levam o feixe nervoso da polpa até a superfície acabam ficando expostas e isso causa a dor.
Os desgastes excessivos que causam a exposição da raiz podem estar relacionados com o uso de pastas de dente muito abrasivas, escovação incorreta, principalmente força excessiva no momento da escovação, próteses ou restaurações mal executadas, problemas de oclusão entre os dentes de cima e os de baixo, ou ainda, doenças gengivais, é fundamental realizar consultas no dentista a cada seis meses.
Saiba que a sensibilidade dental é o primeiro sinal de que algo não está bem com os dentes e você deve procurar imediatamente o dentista, pois isso pode causar outros problemas de saúde bucal, tornando-os vulneráveis às caries e também outras doenças gengivais, você pode usar pasta especifica para dentes sensíveis que são menos abrasivas e geralmente possui em sua composição nitrato de potássio e também fluoreto de sódio que diminuem a permeabilidade da área exposta e com isso reduzem a sensibilidade dolorosa.
O dentista irá determinar o melhor tratamento, pois cada causa requer um tratamento especifico, visando uma diminuição na permeabilidade da estrutura dental, de forma que os estímulos físico-químicos não cheguem até a polpa que é a parte viva e mais sensível do dente, muitas medidas e adoções podem auxiliar no tratamento como: técnica de escovação usa de enxaguatórios bucais com flúor, uso de escovas de dente de cerdas macias, pasta de dente com formulações especificas e de baixa abrasividade.
É muito importante ter uma excelente higiene bucal para evitar muitos aborrecimentos, pois os dentes devem ser escovados após todas as refeições, usar fio dental para retirar os restos de alimentos que ficam entre os dentes e a escova não consegue retirar, fazer uso de anticéptico bucal para eliminar as bactérias que ficam na boca e prejudicam os dentes, a higiene correta deixa seus dentes fortes e saudáveis.
Os dentes sensíveis têm com freqüência uma sensação dolorosa após a ingestão de bebidas ou alimentos gelados, ácidos, quentes ou frios, pois essa dor é invariavelmente aguda e cessa assim que o estimulo é removido, em alguns casos é de pouca duração e tende a desaparecer com a mesma rapidez com que se inicia, a dor causa muito desconforto e atrapalha o momento da refeição que deixa de ser prazeroso.
Os desgastes excessivos que causam a exposição da raiz podem estar relacionados com o uso de pastas de dente muito abrasivas, escovação incorreta, principalmente força excessiva no momento da escovação, próteses ou restaurações mal executadas, problemas de oclusão entre os dentes de cima e os de baixo, ou ainda, doenças gengivais, é fundamental realizar consultas no dentista a cada seis meses.
Saiba que a sensibilidade dental é o primeiro sinal de que algo não está bem com os dentes e você deve procurar imediatamente o dentista, pois isso pode causar outros problemas de saúde bucal, tornando-os vulneráveis às caries e também outras doenças gengivais, você pode usar pasta especifica para dentes sensíveis que são menos abrasivas e geralmente possui em sua composição nitrato de potássio e também fluoreto de sódio que diminuem a permeabilidade da área exposta e com isso reduzem a sensibilidade dolorosa.
O dentista irá determinar o melhor tratamento, pois cada causa requer um tratamento especifico, visando uma diminuição na permeabilidade da estrutura dental, de forma que os estímulos físico-químicos não cheguem até a polpa que é a parte viva e mais sensível do dente, muitas medidas e adoções podem auxiliar no tratamento como: técnica de escovação usa de enxaguatórios bucais com flúor, uso de escovas de dente de cerdas macias, pasta de dente com formulações especificas e de baixa abrasividade.
É muito importante ter uma excelente higiene bucal para evitar muitos aborrecimentos, pois os dentes devem ser escovados após todas as refeições, usar fio dental para retirar os restos de alimentos que ficam entre os dentes e a escova não consegue retirar, fazer uso de anticéptico bucal para eliminar as bactérias que ficam na boca e prejudicam os dentes, a higiene correta deixa seus dentes fortes e saudáveis.
Os dentes sensíveis têm com freqüência uma sensação dolorosa após a ingestão de bebidas ou alimentos gelados, ácidos, quentes ou frios, pois essa dor é invariavelmente aguda e cessa assim que o estimulo é removido, em alguns casos é de pouca duração e tende a desaparecer com a mesma rapidez com que se inicia, a dor causa muito desconforto e atrapalha o momento da refeição que deixa de ser prazeroso.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
CARTA DE ABRAHAN LINCOLN AO PROFESSOR DO SEU FILHO
"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, para cada vilão há um herói, que para cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que para cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder, mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros no céu, as flores no campo, os montes e os vales.
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens. Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."
Abraham Lincoln, 1830
Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que a derrota honrosa vale mais que a vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos.
Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.
Ensine-o a ouvir todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando estiver triste e explique-lhe que por vezes os homens também choram.
Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão.
Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.
Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens. Eu sei que estou pedindo muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."
Abraham Lincoln, 1830
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Saiba mais sobre a Sífilis
A sífilis congênita é o contágio do Treponema pallidum por via transplacentária, quando a gestante infectada, não tratada, o
transmite para o bebê. Essa transmissão pode ocorrer em qualquer
fase da gestação, provocando aborto espontâneo, morte fetal, prematuridade e recém-nascidos com sintomas da doença, sendo que
a metade de todos os bebês infectados morre pouco antes ou
pouco depois do parto.
Os bebês que sobrevivem apresentam os sintomas da etapa inicial,
como irritabilidade, incapacidade de progredir e febre.
O diagnóstico precoce e o tratamento da gestante são eficazes na prevenção da doença, sendo assim, é importante que o serviço de saúde disponibilize a toda gestante uma assistência pré-natal adequada.
O diagnóstico precoce no pré-natal consiste na realização do teste VDRL e no tratamento imediato da gestante e seu parceiro, quando diagnosticada a doença, a fim de evitar que a gestante adquira uma
nova infecção. O tratamento é realizado com penicilina,
30 dias antes do parto.
A sífilis congênita pode ser classificada em:
• Recente: quando os sintomas aparecem nos primeiros dois anos de vida, sendo mais manifestados do primeiro ao terceiro mês.
• Tardia: quando os sintomas aparecem a partir do segundo ano, ocasionando deformações de dentes, surdez, alterações oculares, dificuldades de aprendizagem, retardo mental.
Na sífilis congênita acontece grande aumento da placenta, cerca de 1/6 a 1/12 a mais do que o normal em relação ao peso com vilosite e fusite.
transmite para o bebê. Essa transmissão pode ocorrer em qualquer
fase da gestação, provocando aborto espontâneo, morte fetal, prematuridade e recém-nascidos com sintomas da doença, sendo que
a metade de todos os bebês infectados morre pouco antes ou
pouco depois do parto.
Os bebês que sobrevivem apresentam os sintomas da etapa inicial,
como irritabilidade, incapacidade de progredir e febre.
O diagnóstico precoce e o tratamento da gestante são eficazes na prevenção da doença, sendo assim, é importante que o serviço de saúde disponibilize a toda gestante uma assistência pré-natal adequada.
O diagnóstico precoce no pré-natal consiste na realização do teste VDRL e no tratamento imediato da gestante e seu parceiro, quando diagnosticada a doença, a fim de evitar que a gestante adquira uma
nova infecção. O tratamento é realizado com penicilina,
30 dias antes do parto.
A sífilis congênita pode ser classificada em:
• Recente: quando os sintomas aparecem nos primeiros dois anos de vida, sendo mais manifestados do primeiro ao terceiro mês.
• Tardia: quando os sintomas aparecem a partir do segundo ano, ocasionando deformações de dentes, surdez, alterações oculares, dificuldades de aprendizagem, retardo mental.
Na sífilis congênita acontece grande aumento da placenta, cerca de 1/6 a 1/12 a mais do que o normal em relação ao peso com vilosite e fusite.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Herpes e seus riscos
É infecção virulenta que aparece na pele, nas mucosas, dentre outras localizações.
A sensação inicial é de queimadura, seguida de manchas vermelhas, transformando-se em bolhas que se rompem formando uma ferida com casca. O herpes simples pode ser oral ou genital, sendo que o contato do oral ocorre mais freqüentemente entre os dois a seis anos de idade, e o genital, quando da atividade sexual.
O risco maior desta doença é quando aparece nos olhos, no sistema nervoso central, em crianças portadoras de eczemas ou que estejam tomando cortisona.Os casos em recém-nascidos são mais graves, uma vez que estes se contaminam
na passagem pela vagina da mãe portadora do vírus. Nestes casos o diagnóstico é muito difícil.
Os episódios de herpes simples recorrente associam-se, ou não, a fatores desencadeantes como tensão emocional, esgotamento físico, exposição à luz ultravioleta, por traumatismo ou depressão da imunidade celular.
Modo de transmissão:
Esta doença possivelmente é transmitida por contato direto com pessoas infectadas,portadoras ou doentes manifestas. A maior possibilidade de infecção está no decurso da doença. Entretanto, a excreção do vírus através da saliva pode continuar periodicamente por diversas semanas depois que o doente está sem sintomas, indicando o grande perigo potencial de infecciosidade.
Duração da doença:
O período de incubação do herpes simples varia de um a vinte e seis dias(seis a oito dias, em média).
Quem deve ser vacinado?
Todas as pessoas portadoras do vírus, na tentativa de se evitar as recorrências.
A sensação inicial é de queimadura, seguida de manchas vermelhas, transformando-se em bolhas que se rompem formando uma ferida com casca. O herpes simples pode ser oral ou genital, sendo que o contato do oral ocorre mais freqüentemente entre os dois a seis anos de idade, e o genital, quando da atividade sexual.
O risco maior desta doença é quando aparece nos olhos, no sistema nervoso central, em crianças portadoras de eczemas ou que estejam tomando cortisona.Os casos em recém-nascidos são mais graves, uma vez que estes se contaminam
na passagem pela vagina da mãe portadora do vírus. Nestes casos o diagnóstico é muito difícil.
Os episódios de herpes simples recorrente associam-se, ou não, a fatores desencadeantes como tensão emocional, esgotamento físico, exposição à luz ultravioleta, por traumatismo ou depressão da imunidade celular.
Modo de transmissão:
Esta doença possivelmente é transmitida por contato direto com pessoas infectadas,portadoras ou doentes manifestas. A maior possibilidade de infecção está no decurso da doença. Entretanto, a excreção do vírus através da saliva pode continuar periodicamente por diversas semanas depois que o doente está sem sintomas, indicando o grande perigo potencial de infecciosidade.
Duração da doença:
O período de incubação do herpes simples varia de um a vinte e seis dias(seis a oito dias, em média).
Quem deve ser vacinado?
Todas as pessoas portadoras do vírus, na tentativa de se evitar as recorrências.
AIDS e Odontologia: Perguntas Frequentes
1 - Existe risco de o paciente se infectar com o vírus da AIDS durante o tratamento odontológico?
R: Não, desde que os instrumentos que tenham sido utilizados em pacientes com AIDS tenham sido esterilizados corretamente.
2 - Esse tipo de esterilização é um processo complicado?
R: Não, pois as estufas de calor seco, que todos nós possuímos, são capazes de promover facilmente a destruição do vírus HIV.Os autoclaves são mais modernos,mas,as estufas são suficientes.
3 - O vírus HIV é mais difícil de ser destruído que microorganismos causadoresde outras doenças?
R: Não. Felizmente ele é facilmente inativado. O treponema pallidum, causador da sífilis, e o HBV, causador da hepatite B, são bem mais resistentes.
4 - Quais os cuidados que o cirurgião-dentista deve tomar para evitar o contágio?
R: Além da esterilização dos instrumentos, usar e eliminar, após cada paciente,o máximo possível de materiais descartáveis, como agulha, tubetes anestésicos,luvas, pontas de sugador de saliva etc.
5 - E as brocas, como devem ser esterilizadas?
R: Elas devem ser lavadas e desinfectadas em soluções químicas de glutaraldeído ou, preferencialmente, esterilizadas em estufa de calor seco ou autoclavadas.
6 - O dentista deve usar um par de luvas novas a cada paciente?
R: Sim, pois a luva é considerada um material descartável e, portanto, deve ser eliminada após cada atendimento.
7 - Através do exame bucal, o dentista pode suspeitar que o paciente tem AIDS?
R: Sim, pois existem várias doenças na boca que ocorrem preferencialmente em pacientes HIV positivos.
8 - O dentista pode recusar a atender um paciente soropositivo para HIV?
R: Legalmente, o dentista pode recusar-se a atender qualquer paciente. Porém,eticamente, ele tem a obrigação de atender o paciente com AIDS em situações emergenciais e de encaminhá-lo a um profissional capacitado, caso julgue necessário.
9 - O paciente HIV positivo deve informar ao dentista a sua condição?
R: Sim, pois sendo este um paciente imunodeprimido, alguns cuidados especiais devem ser tomados com esse paciente, como, por exemplo, cobertura antibiótica após exodontias.
10 - O dentista pode solicitar o exame anti-HIV?
R: Sim, desde que o paciente concorde e tenha o conhecimento dessa solicitação.
11 - Quem corre mais riscos de contaminação no consultório dentário: o dentista ou o paciente?
R: Embora o risco de contaminação seja mínimo, o dentista, por estar em contato com os fluidos que podem conter vírus, como o sangue e a saliva, está mais sujeito à contaminação.
Dra Eliza Mara Resende
R: Não, desde que os instrumentos que tenham sido utilizados em pacientes com AIDS tenham sido esterilizados corretamente.
2 - Esse tipo de esterilização é um processo complicado?
R: Não, pois as estufas de calor seco, que todos nós possuímos, são capazes de promover facilmente a destruição do vírus HIV.Os autoclaves são mais modernos,mas,as estufas são suficientes.
3 - O vírus HIV é mais difícil de ser destruído que microorganismos causadoresde outras doenças?
R: Não. Felizmente ele é facilmente inativado. O treponema pallidum, causador da sífilis, e o HBV, causador da hepatite B, são bem mais resistentes.
4 - Quais os cuidados que o cirurgião-dentista deve tomar para evitar o contágio?
R: Além da esterilização dos instrumentos, usar e eliminar, após cada paciente,o máximo possível de materiais descartáveis, como agulha, tubetes anestésicos,luvas, pontas de sugador de saliva etc.
5 - E as brocas, como devem ser esterilizadas?
R: Elas devem ser lavadas e desinfectadas em soluções químicas de glutaraldeído ou, preferencialmente, esterilizadas em estufa de calor seco ou autoclavadas.
6 - O dentista deve usar um par de luvas novas a cada paciente?
R: Sim, pois a luva é considerada um material descartável e, portanto, deve ser eliminada após cada atendimento.
7 - Através do exame bucal, o dentista pode suspeitar que o paciente tem AIDS?
R: Sim, pois existem várias doenças na boca que ocorrem preferencialmente em pacientes HIV positivos.
8 - O dentista pode recusar a atender um paciente soropositivo para HIV?
R: Legalmente, o dentista pode recusar-se a atender qualquer paciente. Porém,eticamente, ele tem a obrigação de atender o paciente com AIDS em situações emergenciais e de encaminhá-lo a um profissional capacitado, caso julgue necessário.
9 - O paciente HIV positivo deve informar ao dentista a sua condição?
R: Sim, pois sendo este um paciente imunodeprimido, alguns cuidados especiais devem ser tomados com esse paciente, como, por exemplo, cobertura antibiótica após exodontias.
10 - O dentista pode solicitar o exame anti-HIV?
R: Sim, desde que o paciente concorde e tenha o conhecimento dessa solicitação.
11 - Quem corre mais riscos de contaminação no consultório dentário: o dentista ou o paciente?
R: Embora o risco de contaminação seja mínimo, o dentista, por estar em contato com os fluidos que podem conter vírus, como o sangue e a saliva, está mais sujeito à contaminação.
Dra Eliza Mara Resende
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Mastigar mais vezes ajuda a reduzir ingestão calórica
Segundo uma pesquisa da Universidade Médica Harbin, na China, publicada no American Journal of Clinical Nutrition, mastigar cerca de 40 vezes antes de engolir a comida pode significar uma ingestão calórica 12% menor.De acordo com a pesquisa, existe uma relação entre quantas vezes o alimento é mastigado e o nível de hormônios que avisam ao cérebro quando é hora de começar e de parar de comer. Quanto mais vezes os homens mastigavam, menores eram os níveis de grelina, um hormônio responsável por estimular o apetite, e maiores os níveis de colecistocininca (abreviação CCK), hormônio que, acredita-se, reduz o apetite.
No estudo, não foi encontrada relação entre a mastigação e os níveis de açúcar e de insulina. Porém, é importante ressaltar que como a pesquisa foi feita com uma amostragem pequena de voluntários, não é possível prever como o hábito de mastigação prolongado irá afetar a ingestão de calorias de outros grupos de pessoas. Com a redução de 12% da ingestão calórica, é possível emagrecer cerca de 11 quilos em um ano. Mas, como a dieta usual inclui alimentos não mastigáveis, como sopas e sorvetes, essa perda calórica real poderá ser bem menor.
No estudo, não foi encontrada relação entre a mastigação e os níveis de açúcar e de insulina. Porém, é importante ressaltar que como a pesquisa foi feita com uma amostragem pequena de voluntários, não é possível prever como o hábito de mastigação prolongado irá afetar a ingestão de calorias de outros grupos de pessoas. Com a redução de 12% da ingestão calórica, é possível emagrecer cerca de 11 quilos em um ano. Mas, como a dieta usual inclui alimentos não mastigáveis, como sopas e sorvetes, essa perda calórica real poderá ser bem menor.
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